
Flávio de Oliveira pode ser o prepador físico do Grêmio
Por enquanto, a futura direção do Grêmio não dá indícios sobre alterações na comissão técnica para 2011. Trata-se do cumprimento de um acordo firmado com os atuais dirigentes, para que nada atrapalhe a equipe na reta final do Brasileirão. Além disso, contratações também passam pela permanência ou não do treinador Renato Portaluppi.
Contudo, um nome cresce nas especulações para ser o próximo preparador físico. Trata-se de Flávio de Oliveira, que atuou no Olímpico em 2008, quando foi contratado para substituir Flávio Trevisan.
Flávio de Oliveira conta com a admiração do presidente Paulo Odone, que o contratou naquela ocasião.
Fonte: Dupla Explosiva/ ClicRBSComentário meu:
Bom, amigos, pelo título, nem é preciso comentar o quanto admiro o trabalho deste profissional!
O time do Grêmio de 2008 não corria, VOAVA! Basta lembrar os jogos com Atletico-MG no Mineirão, Goiás no Serra Dourada, Figueirense em Florianópolis. O Grêmio dava um verdadeiro "show de pernas" nos adversários! É bem verdade que o atual também está correndo, entretanto, CONTA COM UM ALTO NÚMERO DE LESÕES, algo que não ocorria em 2008. Vale lembrar que Vilson é outro que entrou para o time dos que não jogam mais este ano POR LESÃO MUSCULAR e Gabriel dificilmente terá condições de entrar em campo contra o Atletico no sábado.
Com as tentativas de repatriar Rodrigo Caetano e Flavio de Oliveira, Odone mostra porque tem resultados de campo muito melhores e gastando muito menos que Duda Kroeff:
Ele valoriza muito o trabalho de retaguarda no futebol! Profissionalização, planejamento, atualização são conceitos marcantes na forma de Odone conduzir o clube.
Flavio de Oliveira saiu do Grêmio no final da Gestão de Odone em 2008 porque a nova direção na época considerava um reajuste de salário de 10 mil reais para 25 mil reais abusivo. Preferiu apostar no auxiliar de Roth, Beto Ferreira, na preparação física. O resultado, todos sabemos qual foi.
Depois de muitos desacertos nesta área, a atual direção gasta algo em torno de 200 mil reais por mês com preparação física. E o resultado está aí, repito, embora o time esteja correndo, o número de lesões no ano é algo impressionante.
Alguns fatos sobre a carreira de Flavio de Oliveira que apurei hoje, depois de ler a noticia:
Ele era o preparador físico do São Caetano nos vices campeonatos brasileiros de 2000 e 2001 e no vice campeonato da Libertadores de 2002. Após isto, passou quatro anos no Japão, regressando ao Grêmio com Mancini em 2008.
Após sua saída do Grêmio foi para o Corinthians, por indicação de Mano Menezes, para substituir o outro Flavio, o Trevisan. Após dois meses de Corinthians, foi para o Santos por um salário três vezes maior, por indicação de Mancini. Com o fracasso de Mancini no Santos, Flavio de Oliveira acabou deixando a equipe da Vila e andou perambulando pelo futebol brasileiro, passando por Sport, Vasco e, atualmente, está no Mirassol de SP.
Estou torcendo muito para que a noticia do Benfica seja verdadeira!
É bom ressaltar que o time de 2008 teve um pós-pré-temporada (ficou extranho mas foi o que ocorreu, hehehe) de 45 dias quando fomos eliminados do gauchao e da copa do Brasil.
ResponderExcluirMas o time desse ano ficou 45 dias parados na copa e poderiam ter feito um trabalho igual.
Sendo assim, ai está mais um pouco de dinheiro para manter Renato trocando um preparador e sua equipe que custam 200 mil por um que custaria 30 mil.
Abraço
Pois é, Dani.
ResponderExcluirAcho que o fator principal nesta questão nem é custo. O trabalho deste cara é muito bom mesmo!
Comentava com o Luciano na época que aquele time corria um monte e tinha baixíssimo número de lesões. Até ontem, não sabia que era ele o preparador físico do São Caetano na época de ouro daquela equipe. Fiquei admirando mais ainda o trabalho dele.
Lembro da correria que o São Caetano fez em Porto Alegre na semifinal do brasileiro de 2000 quando nos venceram por 3x1.
Com certeza o trabalho foi bom
ResponderExcluirMas não podemos esquecer que o grupo de 2008 era muito mais jovem do que o atual...
Mesmo assim, não tira o mérito do Flávio de Oliveira